BENEDITINOS
Portanto, irmãos, se queremos atingir o cume da suma humildade e chegar rapidamente àquela celeste altura, para a qual se sobe pela humildade da vida presente, deve ser erguida, pela ascensão de nossos atos, aquela escada que apareceu em sonho a Jacó, na qual eram mostrados anjos que subiam e desciam. Sem dúvida, tal descida e subida outra coisa não significa para nós senão que pela exaltação se desce e pela humildade se sobe. Essa escada erguida é a nossa vida neste mundo, que é elevada pelo Senhor até o céu, quando nosso coração se humilha.                                                                                                                                               Regra de Nosso Pai São Bento 7,5-8.  

Descubra a Vida Monástica


Este site foi desenvolvido com o simples intuito de divulgar a forma magnífica e completa de adoração a Deus pelos monges beneditinos ao redor de mundo todo.  Por isso; 


"NADA PREFIRAM AO AMOR DE CRISTO,

QUE NOS CONDUZIRÁ JUNTOS À VIDA ETERNA"

Regra de São Bento cap. 72:11-12.

Convido Você a navegar por este site onde poderemos juntos conhecer uma pouco mais da VIDA MONÁSTICA; Os Mosteiros , os Cantos Gregorianos, ritos das orações, os salmos e ao final, você perceberá que seu coração vai estar dilatado e motivado a se aproximar e seguir o NOSSO SENHOR JESUS CRISTO.


ASCENÇÃO DO SENHOR

Povos todos do universo, batei palmas,

gritai a Deus aclamações de alegria!

Porque sublime é o senhor, o Deus altíssimo,

o soberano que domina toda a terra.


Por entre aclamações Deus se elevou,

o Senhor subiu ao toque da trombeta.

Salmodiai ao nosso Deus ao som da harpa,

salmodiai ao som da harpa ao nosso Rei!


Porque Deus é o grande Rei de toda a terra,

ao som da harpa acompanhai os seus louvores!

Deus reina sobre todas as nações,

está sentado no seu trono glorioso.

(Sl 46)

Por entre aclamações Deus se elevou, o Senhor subiu ao toque da trombeta.


VIDA MONÁSTICA

A vida monástica beneditina é resposta ao chamado de Deus
para se seguir a Cristo, através da vivência do Evangelho
na escola do serviço do Senhor, instituída por São Bento.

Ela é caracterizada pela sede de absoluto
que todo ser humano experimenta.
Mais ainda, ela é um constante voltar à fonte - o próprio Cristo -
para beber daquela água que jorra para a Vida Eterna.
Voltar à fonte pela oração, pela lectio divina, pelo trabalho,
pela disciplina e ascese, pela vida fraterna, pela obediência,
pela humildade, pelo silêncio, pela caridade
e tantos outros meios dispostos para este fim de forma magistral
por São Bento em sua Regra.

"A sede da vida espiritual que mundo sente
conserva a atualidade do ideal monástico.
Antes, como São Bento, o homem vai ao mosteiro para reencontrar-se;
hoje o homem se sente privado de si mesmo e, na disciplina monástica,  
recupera-se a si mesmo para a Igreja. 

O monge é um homem recuperado para si mesmo,
recuperado como homem, como filho de Deus e como irmão de todos." (Papa Paulo VI)

O testemunho do monge diante do mundo será manter,
com sua existência mesma,
a direção para a qual é preciso olhar.
Sua tarefa será apressar, com a oração e o desejo,
o completar-se do Reino de Deus.
(Jean Leclerq)


ORA ET LABORA

O monge beneditino encontra no seu mosteiro e na comunidade que o habita, um lugar privilegiado de experiência de Deus na presença activa do seu silêncio dos claustros, das celas e dos campos.

"A vocação monástica, segundo a Regra de S. Bento, tem como características específicas a leitura e a escuta da Palavra de Deus no silêncio, no recolhimento e na contemplação, o louvor de Deus na oração pessoal e na Liturgia da Igreja, a partilha fraterna na vida de comunidade e obediência, a estabilidade no mosteiro, o trabalho quotidiano e diversificado de tipo pastoral, intelectual, artesanal, manual a agrícola, o acolhimento, na hospedaria do mosteiro, de todos quantos vivem no mundo e procuram espaços e tempos de reflexão, descanso e oração, a inserção na Igreja e na sociedade local, segundo as necessidades dos tempos, numa linha de fidelidade às exigências da vida monástica".


CANTOS GREGORIANOS

O canto gregoriano é a mais antiga manifestação musical do Ocidente e tem suas raízes nos cantos das antigas sinagogas, desde os tempos de Jesus Cristo. Os primeiros cristãos e discípulos de Cristo foram judeus convertidos que, perseverantes na oração, continuaram a cantar os salmos e cânticos do Antigo Testamento como estavam acostumados, embora com outro sentido. à medida que os não judeus gregos e romanos foram também se tornando cristãos, elementos da música e da cultura greco-franco-romana foram sendo acrescentados às canções judaicas.

O período de formação do canto gregoriano vai dos séculos I ao VI, atingindo o seu auge nos séculos VII e VIII, quando foram feitas as mais lindas composições e, finalmente, nos séculos IX, X e XI, princípio da Idade Média; começa, então, sua decadência. Seu nome é uma homenagem ao papa Gregório Magno (540-604) que fez uma coletânea de peças, publicando-as em dois livros: o Antifonário, conjunto de melodias referentes às Horas Canônicas, e o Gradual Romano, contendo os cantos da Santa Missa. Ele também iniciou a "Schola Cantorum" que deu grande desenvolvimento ao canto gregoriano.

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